Tendo em vista os acontecimentos atuais, em que foram postos em xeque a SOBERANIA do Brasil no tocante à administração da região amazônica, perante o governo mundial, pensei em registrar minha posição, não que seja de relevância para o país, ou que mudará seu destino, mas será relevante para o exercício da minha cidadania, e registro para meus filhos sobre como me senti sobre os fatos.
Absolutamente não o farei de outra forma, que não seja de uma cidadã brasileira, que procura cumprir com seus deveres cívicos, que ama a Pátria em que nasceu, cresceu, trabalha, casou e criou seus filhos.
Sendo assim, melhor definir as palavras que ouvimos e usamos, com o risco de entendermos ou falarmos inconveniências.
O que é Soberania?!
“Soberania é a qualidade de algo ou alguém que é soberano, isto é, uma autoridade superior (com mais poder e domínio) em comparação aos demais. Numa soberania, o poder fica concentrado nas mãos de um único indivíduo, organização ou instituição. A soberania também pode se referir ao poder máximo que é dado a determinada pessoa ou entidade no que diz respeito a uma respectiva área ou assunto.” Ou seja, a Soberania é a qualidade derivada de autoridade, domínio, poder que não é delegável, nem renunciável.
Sobre Soberania Nacional:
“A soberania nacional é destinada a todas as nações independentes, ou seja, que têm total poder e domínio dentro de seus limites territoriais, sendo livres da influência ou comando exercido por Estados terceiros. A soberania de um Estado é formada pelos diferentes órgãos, instituições e poderes que o organizam. No Brasil, por exemplo, o Poder Executivo, Judiciário e o Legislativo ajudam a formar a soberania nacional.”
Em resumo, o Brasil é um país livre e Soberano, porque retém e possui a capacidade de exercer o poder extremo e domínio legal e de suprema autoridade administrativa na gestão do seu território.
Sabendo disso, conseguimos vislumbrar a luta travada pelo Poder Executivo, na figura do Presidente, em governar como rege a Constituição Brasileira, Carta Magna que garante a independência dos Três Poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário). E em contrapartida, vemos as artimanhas sofisticadas dos demais poderes interferindo uns nos outros, burlando a Lei, ou até mesmo execrando-a. Arquivando, protelando votações ou simplesmente inviabilizando com seus astuciosos manejos, os Projetos encaminhados, que traduzem não apenas os anseios da população, mas que são as causas que levaram ao Planalto, o atual presidente da República.
Há que se ter muita paciência, discernimento e feroz busca pela verdade, uma vez que o chamado quarto poder, a imprensa, deixou-se corromper, exercendo sua atividade de forma mercenária. Produzindo desinformação, conflito de informações e uma verdadeira rede de intrigas.
Mas tudo isso só alcança repercussão porque o povo, há muito tempo tem sido religiosamente catequizado por uma ideologia relativista, que desconstruiu os valores dos cidadãos, separou-os em pequenas categorias, foram convencidos de que não há certo ou errado, mas há “a verdade de cada um”. Suas têmperas foram enfraquecidas, seus brios foram quebrados, como se valores absolutos não houvesse.
Agora, o povo nos faz lembrar da ilustração do velho moribundo, que fraco e doente, percebendo a chegada da morte chama seus dez filhos, homens no vigor de suas forças e dá a eles um grosso feixe de gravetos, para que quebrem. O feixe passa de mãos em mãos, humilhando a cada um, pois nem mesmo conseguiam curvar aqueles gravetos.
Então o velho, reunindo suas últimas forças, num esforço hercúleo, diz que fará a proeza de quebrar o feixe. Então, diante dos olhares atônitos dos filhos, desata o feixe e quebra, um a um cada graveto.
Depois, virando-se para os filhos conclui a lição. Enquanto os dez homens fossem unidos pelos laços da família, seriam inquebráveis. No entanto, se o mesmo laço fosse desfeito, qualquer velho moribundo seria capaz de quebrá-los um após outro.
A ausência de civismo, de moral, de patriotismo, desfez o laço que une a Pátria Amada, Mãe gentil! O povo sem essa estirpe e fibra, está sendo separado em homens e mulheres, patrão e empregados, brancos e negros.
“Se o penhor dessa igualdade,
Conseguimos conquistar com braço forte!”
O Brasil nas mãos da velha, falida, corrupta e moribunda ideologia marxista, sucumbirá se não olhar para seu passado glorioso de D. Pedro, de Caxias, de Rui Barbosa. Se não resgatar sua Soberania e seu lugar de protagonista da própria história.
“Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.”
Brasil, Pátria amada! Mãe gentil! Apesar de vilipendiada por alguns traidores, filhos ingratos e cruéis, possui o domínio, o poder e a autoridade de seu território. Soberano!
“Mas se ergues da Justiça, a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta!
Nem teme, quem te adora, a própria morte!”
O Brasil não renunciou, tampouco delegou a outros sua Soberania. E por ser Soberano e Independente, é também Livre!
“Em teu seio, ó Liberdade!
Desafia o nosso peito a própria morte!
Pátria amada, Brasil!”
Fontes:
